A resposta, em três partes
summary é o que você mostra na tela. headline e next_action são escritos
para o operador ler — mostre-os como vieram, não traduza. media_route.label
diz por onde o vídeo chega, em termos do mundo dele.
A regra que faz isso valer: a primeira falha é a causa
checks vem na ordem da cadeia real de falha. Então:
Os elos, na ordem em que falham
Cada entrada traz
id, label, status, detail, remediation e, quando
existe, evidence.
status é um de: ok · warn (funciona, com ressalva) · fail
(está quebrado aqui) · skip (não se aplica a esta câmera — uma câmera que
envia o vídeo por conta própria não tem usuário e senha para conferir).
Os vereditos, e o que fazer com cada um
Imagem chegando ganha do resto
Se o elorecepcao_de_video está ok, o pior veredito possível é degraded —
nunca fail. Há o que ajustar, não há o que socorrer.
É uma regra que existe por experiência: a mesma tela já mostrou o texto “Falha”
por cima de um vídeo que estava rodando, e quem lê acredita no texto vermelho,
não no vídeo que está vendo.
O custo, e como não estourar o teto
Não construa a sua vigilância varrendo esta rota. A conta não fecha: 40 condomínios × 25 câmeras = 1.000 chamadas por volta, cada uma abrindo uma sessão no equipamento. O desenho certo tem dois níveis:1
Varra a frota com UMA chamada por conta
transmitting é o eixo de IMAGEM: no = já chegou quadro desta câmera
alguma vez, mas não dentro da janela. É a lista de “quem está sem imagem
agora”, pela conta inteira, numa requisição.Confira transmitting_witness_fresh no envelope: em false, a medição está
parada e “0 sem imagem” significa não deu para medir.2
Diagnostique só as que apareceram
probe=true: são poucas, e alguém vai agir sobre o resultado.probe=false
devolve só o que já se sabe, sem tocar a rede:
Da falha à ocorrência, inteiro
O que ele não faz
Diagnóstico é leitura: ele não conserta, não reinicia e não muda cadastro. Anext_action aponta para onde a correção acontece — e é uma pessoa que a faz.